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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

"Muita dor de cabeça, puro gosto de gin, sede insaciável, maldita ressaca sem fim!"

Matanza.

domingo, 15 de novembro de 2009

Observe aquele pedaço de metal frio tocar sua pele e como em um passe de mágica, ela começaria a se abrir e logo estaria colorida de vermelho. Você iria rir escandalosamente enquanto os alguns te olhariam horrorizados e outros com até um certo ar de repugnância; taxariam você de louco, ingrato, e outras coisas do tipo e você iria rir ainda mais, pois saberia que estavam todos exatamente certos. E então as imagens subitamente se esvaem e diante dos seus olhos ainda está aquele belo objeto prateado reluzindo à luz do sol que entra pela janela do quarto; você desvia o rosto e aperta os olhos o mais forte que pode ao mesmo tempo que joga aquilo dentro de uma gaveta qualquer, como se isso fosse apagar aqueles seus desejos imundos. E talvez não fosse necessariamente um desejo de acabar com tudo; talvez fosse simplesmente o desejo de anestesiar uma dor antiga com uma dor nova. Simples assim.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Força (?)

"Você já não sabe mais se quer mesmo ser forte, ou se já está de saco cheio disso, mas a real é que você precisa ser forte; ou pelo menos fingir que é.
As pessoas dizem que você é forte, que tem uma incrível capacidade de superar as coisas mais tristes dando risada; as pessoas chegam até a dizer que gostariam de ser como você..."


Gostariam mesmo? Creio que não.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

"Vive tão dispoerso, olha pros lados demais; não vê que o futuro é você quem faz, porque o fracasso lhe subiu à cabeça."

Pitty.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Ver seu mundo desmoronando e não fazer nada para evitar.
Contentar-se com a desculpa de que nada pode fazer à respeito.
Seria o cúmulo da covardia? Do desespero? Ou da indiferença?

Quem sabe...

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

"Voltar a aceitar certas coisas como se fossem normais. Trocar o desespero pela indiferença. Familharizar-se mais uma vez com aquela sensação de não sentir mais nada. Fingir não se importar... Ou fingir se importar."